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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Melhores gaúchos dos campeonatos brasileiros

         Opa gente, tudo bom? Ando meio ocupado mas achei um tempo aqui pra trazer mais dados interessantes. Dessa vez: os melhores times de cada estado no Brasileirão numa análise histórica. Começando com o maravilhoso estado do Rio Grande do Sul:

Melhores gaúchos por ano

Nas tabelas, podemos ver o melhor do colocado no campeonato brasileiro da época ou correspondente, sendo que quando o fundo é amarelo indica que o time foi campeão.
Temos como pano de fundo no começo o fim da década de 50 e o começo da década de 50. Houve muitos anos de domínio muito grande no Rio Grande do Sul, nas décadas de 40 e começo da década de 50, pelo Internacional, do Rolo Compressor, de Carlitos (maior artilheiro da história do Colorado, com 485 gols) , Nena, Tesourinho, Villaba e cia. De 1940 a 1955, o Inter ganhou incríveis 13 gauchões de 16 disputados. Porém, no ano seguinte, o cenário começa a se inverter. 
Em 1956, começa a era de um dos maiores times da história do Grêmio. Em 1954, dois anos antes, é inaugurado o Estádio Olímpico, e seus resultados não demoram a vir: de 1956 a 1968, o Grêmio ganhou 12 de 13 gauchões disputados. Era o Grêmio de Everaldo, Gessy, Juarez, de Alcindo, o Bugre, maior artilheiro tricolor com 231 gols. Também se destacava, pela liderança, Aírton Pavilhão.
Essa disparidade entre os dois times viria a se mostrar a nível nacional: na finada Taça Brasil, o Grêmio foi o clube que mais participou - não só do RS, mas dentre todos os clubes do Brasil - só tendo ficado de fora em um ano. Sua melhor posição foi um honrado quarto lugar, sempre competindo contra esquadrões, como o Santos de Pelé, Botafogo de Garrincha, Palmeiras de Ademir da Guia, Djalma Santos, Cruzeiro de Tostão e etc.
No fim da década de 68 o cenário começava a se reverter de novo: o Inter começava a subir de novo. Em 1967 e 1968, nas duas primeiras edições do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, vulgo Robertão, ficou em segundo colocado. Porém, no ano de 1969 há um fato marcante para a história do futebol gaúcho: a inauguração do estádio Beira-Rio. Com ela, surgiram no Inter craques do naipe de Valdomiro, Claudiomiro, Dadá Maravilha, Manga, Falcão, Don Elias Figueroa, Carpeggiani, que formaram um dos maiores esquadrões da história do futebol brasileiro, apesar da forte concorrência da Máquina Tricolor, de Félix, Carlos Alberto Torres, Edinho, Dirceu, Rivellino e Dorval, também da concorrência do Cruzeiro de Raúl, Nelinho, Piazza, Jairzinho e Palhinha. O Inter consegue por 9 vezes seguidas, ser o melhor time gaúcho do campeonato brasileiro, um recorde estadual, duas vezes sendo nesse período o melhor clube do Brasil. Durante o período de 1968 e 1980 o Internacional só ficou fora dos 5 melhores colocados do Brasileirão uma vez. 
Em 1977 o Grêmio renasce. Tendo nomes como Oberdan Vilain, Ancheta, um dos melhores zagueiros da Copa de 70, Tarciso, Tadeu Ricci, Iúra, o então jovem Éder Aleixo e o histórico centro-avante André Catimba, todos estes comandados na casa-mata por ninguém menos que Telê Santana. Foi campeão estadual nesse ano e quebrou sequência de títulos do Inter, a época octa campeão estadual, além de ficar a frente do rival no campeonato nacional. Se nota esse ano como um ponto fora da curva. Até o fim da década de 70 o Inter volta a reinar, sendo inclusive campeão brasileiro invicto em 1979, no ano seguinte também sendo vice campeão da América.
No ano de 1980, a ampliação do Olímpico é concluída, com o mesmo virando Olímpico Monumental. E novamente, os resultados não tardam a vir. No ano seguinte, o Grêmio é campeão brasileiro em cima do São Paulo em pleno Morumbi, com gol de Baltazar. Dois anos depois o Grêmio é campeão da América e do mundo. A década de 80 foi marcada por domínio gremista em relação ao Internacional, apesar do rival constantemente montar bons times, com jogadores como Ruben Páz, Taffarel, Luís Carlos Winck e o uruguaio Aguirregaray. O auge desses bons times é visto no fim da década, quando o Inter foi duas vezes seguidas vice-campeão nacional, no polêmico campeonato de 1987 e no de 1988. Também não pode ser deixado de citar o feito histórico do Brasil de Pelotas em 1985, ano em que ficou em terceiro colocado no campeonato nacional, só ficando atrás de Coritiba e Bangu.
Já na década de 90, apesar do começo ruim para os tricolores, houve um domínio gremista em títulos e grandes jogadores, esse domínio não se mostrou tão evidente no campeonato brasileiro, em que apesar do Grêmio ser campeão (no ano de 1996), ficou como melhor colocado 5 vezes e o Inter como melhor também 5 vezes. Os grandes anos do Internacional sendo 1992, em que ganhou a Copa do Brasil e 1997, em que foi terceiro colocado no campeonato brasileiro, num time contando Fernando, Christian, Fabiano Cachaça, todos comandados pelo então desconhecido Celso Roth.
No começo dos anos 2000, o Grêmio, ajudado financeiramente pela ISL, forma um grande time e domina o cenário regional, essa superioridade traduzida em 3 vezes seguidas melhores que o rival. Porém, quando a ISL vai a falência, o Grêmio entra em crise financeira forte e é até rebaixado, tudo isso contribuindo para uma época de mais sucesso do colorado, com o Grêmio 4 anos seguidos não sendo o melhor time. O Internacional, então começando a se reestruturar, sob a presidência de Fernando Carvalho, começa a montar um de seus maiores times da história, apesar de em 2004, ano muito estranho para o futebol, o Juventude ter sido o melhor gaúcho. 
Já os anos seguintes, apesar do grande sucesso internacional do colorado, esse sucesso não é conseguido nacionalmente, com o Grêmio mostrando certa regularidade nas cabeças e se revezando com o Internacional. Analisando os dados, temos: 28 vezes o Grêmio como melhor colocado, 27 vezes o Internacional, uma vez o Brasil de Pelotas e uma vez o Juventude. É possível notar uma forte polarização da dupla Grenal na história do futebol gaúcho. De sequências, a maior foi a do Inter de 1968 a 1976, com 9 campeonatos. Logo após, do Grêmio, de 1963 a 1967. O maior período longe do topo para o Grêmio foi justamente de 1968 a 1976, campeonatos. Do Inter foi de 1981 a 1986, com 6 campeonatos.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Canhotos e pênaltis

         "Canhoto não sabe bater pênalti" é uma das maiores verdades-mitos do futebol, sempre ouvi desde pequeno e sempre vi muita gente reproduzir esse pensamento. Em conversa com o jornalista Francisco Nepucemo, do site Futebol80.com.br (outro EXCELENTE site), ele também disse que a frase é bem antiga, disto concluí que é um pensamento bem enraizado no imaginário popular, inclusive na minha cabeça, sempre pensei nisto como verdade também. Então, comecei a pensar: é verdade mesmo? Como é uma coisa completamente mensurável, resolvi pesquisar (nessa não tem a desculpa do ócio, eu tava trabalhando na época). A amostra escolhida inicialmente foi a Copa do Mundo, por ser um torneio de alto nível técnico e visibilidade. Porém, por mais incrível que pareça, os registros de Copas mais antigas são muito ESCASSOS. Nem em toda fichas técnicas é apontado quando pênalti são perdidos em tempo normal. 
        Por exemplo: Copa de 1930. Primeiro jogo da seleção brasileira, segunda, 14/07. A Iugoslávia, futura quarta colocada, abre 2x0 para depois descontarmos  com Preguinho, um dos maiores multiatletas da história deste lindo rincão. Outro jogador a se destacar que jogou nesta partida é Araken, autor de 177 em 193 jogos com a camisa santista e autor do histórico milésimo gol da história do alvinegro praiana Quinta-feira: Iugoslávia e Bolívia. A Iugoslávia goleia impiedosamente por 4x0 e se classifica. O último jogo é Brasil x Bolívia, no domingo, valendo menos que um pastel de vento. O Brasil, com Carvalho Leite, um dos maiores jogadores brasileiros da década de 30, que viria a ser penta campeão carioca e tri artilheiro do mesmo campeonato, goleia a Bolívia por 4x0. Neste jogo o goleiro brasileiro Velloso, ídolo do Fluminense, defendeu um pênalti, um fato até aquela data inédito na história da competição. 
         Esta informação do erro de pênalti da Bolívia consta em muitos poucos sítios e fichas de jogo, o que dificulta o uso de Copas do Mundo como amostra. Então, com a ajuda do já citado Chico Nepucemo, defini a amostra como as Séries A e B do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil de 2013, esta última escolhida especialmente pelo fato de poderem haver possibilidades de cobranças de pênaltis. Bom, vamos aos números. O critério escolhido foi o pé que o jogador usou para bater o pênalti. Se ele utilizou o pé trocado e isso contaminou a amostra eu não tenho nada a ver com isso. Quanto a série A, o resultado foi o seguinte:


         Analisando número por número, vamos lá: houveram 17 pênaltis batidos por canhotos. 15 foram acertados e apenas 2 foram errados, totalizando um acerto de 88,23%.
Quanto aos destros: 62 pênaltis batidos, 48 acertados e 14 errados, taxa de acerto de 77,41%. Fazendo uma média ponderada, temos um índice de acerto de 79,74%. Gostaria aqui de destacar foram no total 79 pênaltis, dos quais 17 foram de canhotos (ou seja, 21,51%) e 62 de destros (78,48%). Guardem esses números. Agora vamos aos números da série B:


          Não precisa limpar o óculos, você não tá vendo errado. Sim, foram apenas 3 pênaltis batidos com a perna esquerda durante os 380 jogos da série B. Te juro, sério, mesmo. Foram apenas 3 pênaltis cobrados, e 3 acertados, portando a margem de acerto foi de.........100%!!!!!!! Já em relação aos destros: foram batidos 83 penalidades máximas, sendo 66 convertidas em gol e 17 não. Taxa de acerto de 79,51%. A taxa de acerto geral foi 80,23%, pouco maior que da Série A. O que chama é atenção é que a porcentagem de destros foi de 96,51%. OUCEJA: um batedor canhoto para cada 27,66 batedores destros. Realmente não sei o que explica isso. Enfim, agora, em relação a venerada Copa do Brasil. Nesta houve uma diferença SIGNIFICATIVA em relação às outras competições. Vejamos: 


          Quanto aos canhotos (27,65% dos batedores), 26 cobranças das quais 6 foram desperdiçadas, totalizando 76,92% de acerto, taxa baixa para canhotos usando o referencial das Séries A e B, porém não é ruim né? Porém os destros.....
68 foram batidos, dois quais VINTE E SETE (27) não entraram. Muito né? Índice de acerto de apenas 60,29%. Em termos redondos, na Copa do Brasil de 2013, para cada 3 pênaltis acertados com destros 2 foram errados. Temos uma média de acertos de incríveis........64,89%. Diferença de 15 pontos percentuais para a Série B, aproximadamente. Penso que essa diferença enorme se dá ao fator psicológico de pressão que é maior em torneios de mata-mata. Inclusive parte desses pênaltis considerados foram em séries de cobranças de pênaltis ocorridas após empates em todos os critérios de desempate. Fazendo um RESUMÃO:


          Sendo bem objetivo: canhotos acertam, EM MÉDIA, 82,60% dos pênaltis batidos. Já destros acertam em média "apenas" 72,76%. Fazendo uma média ponderada, temos que o acerto de pênaltis nos 3 maiores torneios do Brasil em 2013 foi de 74,51%. Em termos aproximados, foram acertados 3 de cada 4 cobranças. Conclusão: se o seu time colocar um canhoto para bater a penalidade máxima, não se desespere, FIQUE FELIZ. A não ser que ele seja o Palermo risos. Qualquer sugestão, dúvida, correção e etc., estamos aí. Quem quiser a lista dos pênaltis com jogador, adversário, pé escolhido, rodada e etc., favor se manifestar na caixa de email do ghpedroso@gmail.com. Abraços

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Jogadores que marcaram contra o G12

          Opa, tudo bom? Sou e sempre foi um APAIXONADO por estatísticas de futebol, por isso decidi criar essa porra, por mais que eu não seja matemático ou estatístico. Por fruto de curiosidade (e MUITO ócio, diga-se de passagem), comecei a pensar ontem: quantos jogadores marcaram contra TODOS os times do G12? Será um feito difícil? Muita gente conseguiu? Na minha cabeça, era algo foda pra caralho, coisa que só gente BOA conseguiu, só grandes atacantes tipo, sei lá, Luizão, Amoroso, Edilson Capetinha, Viola, Romário, Edmundo e caralho a quatro.
        Como eu não tô trabalhando no momento (emprego plz come to Brazil), decidi pesquisar mais a fundo e não é que não é bem assim, tem na lista gente que, digamos, não é o atacante mais técnico do mundo e passa longe de ser o segundo e o terceiro. Antes de postar, algumas CONSIDERAÇÕES:
1) G12 consiste em Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Cruzeiro, Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo, Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco. "ain mas o Bahia é grande devia estar aí", olha, não tô aqui pra discutir isso.
2) Ali na lista tá o dia, o campeonato e o adversário, pra depois procurarem melhor se quiserem.
3) Sim, eu contabilizei gol contra do Rogério Ceni.
4) O gol na lista é apenas um dos exemplos. Não é necessariamente o único, não é necessariamente o primeiro, o último.
5) As fontes são os maravilhousos sites zerozero.pt, transfermarkt.com e futpedia.com. Recomendo todos com MUITA força pra quem gosta de futebol.
6) Só foram considerados jogadores em atividade, pois senão a lista seria gigantesca.
         Organizei por ordem alfabética. O primeiro é sim, ELE: ALECSANDRO, o homem do calcanhar dourado, filho do Lela, irmão do Richarlyson. Não precisa explicar mais quem é né? Acho que não tem nenhum Alecsandro genérico. Enfim, é o centroavante ex-Cruzeiro, Inter (campeão da Libertadores como titular lá), Atlético-MG, Vasco e atualmente Flamengo. É, por incrível que pareça, um dos maiores artilheiros do Campeonato Brasileiro desde 2003, quando começou o regulamento por pontos corridos. Tá BEM longe de ser um cara que joga bem, que tem técnica, mas tá sempre aí, jogando em time grande, fazendo gol, no fim é o que importa né?

Datas de vítimas de Alecsandro
          Ele estar na lista sendo um cara tão sem técnica meio que surpreende né?
Enfim, vamos ao segundo: Alexsandro de Souza. O Alex. Sim, aquele. O (injustamente apelidado, diga-se de passagem) Alexotan. O meia, ex-Coritiba, Palmeiras, Cruzeiro, que fez sucesso no Fenerbahce e voltou pro Coritiba (não citei o Flamengo porque ele não jogou lá, só vestiu a camisa e entrou em campo, jogar é uma palavra muito forte). O cara é meia, tem mais de 400 gols na carreira, merece respeito, joga DEMAIS. Segue a lista:

Datas de vítimas de Alex
         Apesar de eu ter colocado esse gol dele em 2013 contra o São Paulo, vale lembrar desse: 
        Uma PINTURA.

        O terceiro da lista: Dagoberto. Vulgo Dagol, revelado (e odiado pela torcida do) pelo Atlético-PR, ficou anos no São Paulo para depois migrar pra Internacional e daí Cruzeiro. Eu tenho ódio mortal desse sujeito porque ele SEMPRE faz gol no Grêmio. Apesar de nunca ter sido um cara goleador, é TETRA campeão brasileiro e deve ser penta esse ano (2014), se juntando a seleta lista de Zinho e Andrade como o maior vencedor de campeonato brasileiro (pós-1970). Os gols dele, a seguir:

Datas de vítimas de Dagoberto
         O mais interessante é que nem precisa contar a época dele no Atlético Paranaense que ele consegue fazer gol em todos do G12 mesmo assim. Agora vamos a: Diego Souza. Revelado pelo Fluminense e com passagens fracas por Flamengo e Benfica, RENASCEU no Grêmio, para depois rondar por Palmeiras, Atlético Mineiro, Vasco, Cruzeiro exterior e atualmente se encontra no Sport. Sempre alternou bons e maus momentos na sua carreira, também sendo um grande andarilho. Impressiona o fato dele ser meia e ainda assim estar nessa lista. Os seus números são os seguintes: 

Datas de vítimas de Diego Souza
        A seguir temos: Fred. Por anos autor do gol mais rápido da história do futebol (esse: https://www.youtube.com/watch?v=fvPiSQn999A, já superado), Revelado pelo América-MG, foi para o Cruzeiro numa jogada de MESTRE do então presidente do Cruzeiro, Alvimar Perrella, que o trocou por Gerson Magrão. Após uma boa passagem pelo Cruzeiro passou anos no Lyon da França até ser contratado pelo Fluminense, clube no qual foi bicampeão brasileiro e é ídolo. Pelo Fluminense, só não marcou contra o Santos (e contra o Fluminense rs):

Datas de vítimas de Fred
        Agora temos como outro a conseguir o feito Luís Fabiano. Ídolo da Ponte Preta e protagonista de uma relação de amor e ódio com o São Paulo, o atacante é um dos grandes artilheiros do clube tricolor.  Após anos na Europa, voltou para o SPFC em 2011. Se nota um curioso jejum de gols contra o Internacional que dura mais de uma década. Seus números são os seguintes:

Datas de vítimas de Luís Fabiano
        Agora temos outro na lista, que se destaca pela sua LONGEVIDADE no futebol e por ter estourado tarde: Paulo Baier. Com recém completados 40 anos, dono de passagens de sucesso por Criciúma, Goiás e Atlético Paranaense, o meia é o maior artilheiro do campeonato brasileiro de pontos corridos, colecionando mais de 100 gols. Seguem os seus números:

Datas de vítimas de Paulo Baier
         Números estes conseguidos somente de 2008 para cá, ano no qual completou 34 anos. O último da lista é talvez um dos maiores futebolistas em atividade no mundo: Rogério Ceni. Maior goleiro artilheiro da história e grande ídolo do São Paulo Futebol Clube, o goleiro marcou gols em diversos clubes.

Datas de vítimas de Rogério Ceni
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